O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a UTI na noite de segunda-feira (23), mas segue internado no Hospital DF Star, em Brasília, sem previsão de alta hospitalar, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (24).
De acordo com a equipe médica, Bolsonaro apresenta melhora clínica, porém continua em tratamento para pneumonia bacteriana bilateral, com uso de antibióticos intravenosos, suporte clínico e fisioterapia respiratória e motora.
O que muda com a saída da UTI
A transferência para o quarto indica evolução no quadro de saúde, mas não significa alta próxima. O ex-presidente ainda precisa de acompanhamento hospitalar contínuo e segue sob cuidados médicos intensivos, embora fora da unidade de terapia intensiva.
Qual é o quadro de saúde de Bolsonaro
Bolsonaro foi internado no dia 13 de março após apresentar febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. O diagnóstico foi de broncopneumonia bacteriana, decorrente de um episódio de broncoaspiração.
O boletim médico desta terça-feira informa que o tratamento segue com antibióticos na veia e suporte para recuperação respiratória e motora.
O documento é assinado pelos médicos Claudio Birolini, Leandro Echenique e Brasil Caiado, além do coordenador da UTI do DF Star, Antônio Aurélio de Paiva, e do diretor-geral do hospital, Allisson Borges.
Prisão domiciliar entra na discussão
Paralelamente ao quadro de saúde, a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestou favoravelmente ao pedido da defesa para que o ex-presidente cumpra prisão domiciliar humanitária.
O procurador-geral Paulo Gonet afirmou que há necessidade de monitoramento contínuo do estado de saúde do ex-presidente, o que justificaria a medida.







