Economia
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Dólar cai para R$ 5,49 com derrubada de alta do IOF e inflação menor

Mercado de ações também teve dia de recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 137.114 pontos, com alta de 0,99%.
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Aerolíneas Argentinas não poderá ter novas bases no Brasil

Medida foi tomada após Anac constatar inconformidades. Empresa não poderá aumentar a frequência de voos em cinco aeroportos onde opera atualmente.
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Governo Central têm déficit primário de R$ 40,621 bilhões em maio

Nos cinco primeiros meses deste ano, o Governo Central registra superávit primário de R$ 32,198 bilhões, o melhor resultado para o mesmo período desde 2022.
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Pré-Sal: 5º Leilão de Petróleo da União pode arrecadar R$ 28 bilhões

Leilão foi dividido em sete lotes, referentes aos campos de Mero, Búzios, Itapu e Sépia, da produção da União prevista para 2025 e 2026. As cargas ofertadas tem previsão de carregamento entre julho de 2025 e fevereiro de 2027.
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Arrecadação federal em maio atinge R$ 230 bilhões, recorde para o mês

Arrecadação no acumulado dos cinco primeiros meses de 2025 também foi recorde, atingindo R$ 1,191 trilhão, o que representa aumento de 3,95% ante o mesmo período de 2024.
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Relatório do BC prevê alta de 2,1% do PIB e queda da inflação em 2025

Inflação deve ser manter acima do limite do intervalo de tolerância nos próximos meses, começando a cair a partir do quarto trimestre, mas ainda acima da meta, diz Banco Central.
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Preços de alimentos caem e prévia da inflação de junho fica em 0,26%

Resultado de junho também deixa o IPCA-15 abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado (0,39%). No acumulado de 12 meses, o índice soma 5,27%.
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Ajuda a setor de eventos consumiu R$ 15,7 bi até março deste ano

Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) foi criado em 2021 para ajudar empresas afetadas pela pandemia de covid-19.
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Senado segue Câmara e também derruba decreto do IOF

Parlamentares revogam texto do governo que aumenta alíquotas
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Fitch mantém nota da dívida brasileira e não prevê mudanças

A agência de classificação de risco Fitch manteve a nota da dívida pública brasileira dois níveis abaixo do grau de investimento. A agência reafirmou a perspectiva estável da classificação, indicando que não pretende mudar a nota nos próximos meses. O grau de investimento representa a garantia de que um país não corre o risco de dar calote na dívida pública. Em comunicado, a agência citou quatro fatores para a manutenção da nota: alto e crescente nível de dívida pública, rigidez orçamentária, baixas pontuações de governança e crescimento potencial relativamente baixo da economia brasileira.