Da Redação

A corrida presidencial de 2026 já movimenta os bastidores da política nacional, mas além das articulações eleitorais, outro assunto costuma despertar curiosidade entre os brasileiros: afinal, para quais clubes de futebol torcem os possíveis candidatos ao Palácio do Planalto?

Entre nomes da direita, centro e esquerda, há representantes de diferentes torcidas espalhadas pelo país, com predominância de clubes do eixo Rio-São Paulo, mas também com espaço para times regionais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue sendo um dos torcedores mais conhecidos da política brasileira. Declaradamente corintiano, Lula frequentemente aparece usando camisas do Sport Club Corinthians Paulista e já afirmou ter simpatia também por clubes como Vasco e Cruzeiro.

Já o ex-presidente Jair Bolsonaro é identificado há anos como torcedor do Sociedade Esportiva Palmeiras. O vínculo com o clube paulista se fortaleceu durante o período em que ocupou a Presidência, com aparições públicas ligadas ao time e presença em eventos esportivos.

Entre os nomes da direita cotados para 2026, Ronaldo Caiado também carrega forte ligação com o futebol. O governador de Goiás é associado ao Goiás Esporte Clube, clube pelo qual já demonstrou apoio em diferentes ocasiões públicas.

Outro possível presidenciável, Ratinho Júnior, governador do Paraná, mantém discrição sobre futebol, mas costuma ser ligado ao Club Athletico Paranaense nos bastidores políticos do estado.

Romeu Zema, governador de Minas Gerais, também aparece entre os nomes lembrados para a disputa nacional e é apontado como simpatizante do Clube Atlético Mineiro, assim como outros políticos mineiros de destaque.

No campo da esquerda, além de Lula, outros nomes ligados ao governo federal também têm clubes conhecidos. O vice-presidente Geraldo Alckmin é associado ao Santos Futebol Clube, enquanto figuras históricas da política brasileira tradicionalmente demonstram ligação com Corinthians, São Paulo, Grêmio e Flamengo.

O futebol e a política frequentemente caminham lado a lado no Brasil, seja em campanhas eleitorais, aparições em estádios ou nas redes sociais. Em ano pré-eleitoral, a paixão clubística dos candidatos acaba se tornando mais um elemento de identificação com os eleitores.